sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DISQUE DENÚNCIA APRESENTA BALANÇO SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

     No Brasil, em agosto de 2017 está completando 11 anos que foi sancionada a Lei. 11.340 Maria da Penha, na qual criou mecanismos a fim de coibir crimes de violência doméstica

Dados DD Sudeste do Pará

O Disque Denúncia Sudeste do Pará atende todos os municípios do Sudeste do Estado, que totalizam 39 municípios, e possui duas centrais capacitadas para absorver todo contingente de denúncias e atendimentos provenientes da região. 

As Centrais de Atendimento estão localizadas nos municípios de Marabá e Parauapebas e contam com o aplicativo WhatsApp para recebimento de Web Denúncias. 

A Central de Marabá já recebeu mais de 20.398 ligações.

Desse total, 12.341 são denúncias e 8.057 são atendimento, sendo que a classe de crime contra pessoa encontra-se em 4º lugar e, dentro dessa classe, o crime de violência Contra Mulher encontra-se em 2º lugar no ranking dos crimes mais denunciados na central.

A central, por meio do DD Mulher traçou ainda o perfil dos agressores, e constatou que 85,00% da violência são cometidos na residência da própria vitima; 100% das agressões vêm do cônjuge, namorado ou ex – companheiro; 50% das vítimas têm filhos; dos tipos de violência: 90% física, 50% verbal, 15% Ameaças de Morte, 5% Cárcere Privado e 5% sofrem Violência Sexual, além das agressões por socos, Empurrões, Estrangulamento, Arma Branca, Arma de Fogo, Chutes e Pauladas.

O nível de violência chega a ser tão absurdo, que os agressores não se importam de agir na presença dos filhos ou pessoas próximas.

     Dos Bairros mais denunciados, a Nova Marabá lidera o ranking com 23% (Ver Tabela):

Gráfico 01 – Bairros mais denunciados.





Diga não a violência contra Mulher, Denuncie, Anonimato Garantido!
Disque Denúncia Sudeste do Pará 
(94) 3312-3350/ (94) 3346-2250
Whatsapp: (94) 98198-3350
ASCOM/Disque Denúncia Sudeste do Pará


terça-feira, 8 de agosto de 2017

"MONSTRO" ESTUPRA GAROTA ESPECIAL DE 15 ANOS

     
     Este "carantonha" aí pintando de galã não passa de um "monstro".

     Isso mesmo, um verdadeiro tarado sexual.

     No final da tarde desta segunda-feira este elemento, até aqui identificado como Enio Cardoso, violentou sexualmente uma adolescente de 15 anos de idade.

     Com o agravante de que a vítima é uma garota especial, das faculdades mentais.

     Ou seja, totalmente indefesa, sem condições nenhuma de gritar pelo menos para pedir socorro.

      Crime aconteceu na Folha 33, dentro de um barraco para onde a adolescente foi atraída.

      Outro agravante: esse maníaco sexual seria reincidente, já tendo feito outras vítimas, também menores, no Quilômetro 7 da Nova Marabá.

      Uma verdadeira ameaça manter esse desequilibrado no seio da sociedade de bem, além de um perigo constante para crianças e adolescentes.

       Estupro de vulnerável trata-se de crime hediondo e, como tal, o tarado em questão deve ser preso e punido exemplarmente, como determina a Lei.  



        

sábado, 22 de julho de 2017

MONITORAMENTO DE PRESOS CUSTA AO PARÁ CERCA DE R$ 345 MIL/MÊS

Proposta do Senado pode obrigar presos a pagarem pelas próprias tornozeleiras

                BELÉM
      O Estado do Pará gasta cerca de R$ 345 mil para monitorar com tornozeleiras eletrônicas os presos do regime aberto, que cumprem pena na prisão domiciliar, e detentos em saídas temporárias. 
     De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe), os números podem flutuar diariamente mas, segundo o órgão, atualmente 1276 presos estão sendo monitorados no Estado.
      A maioria dos presos monitorados é homem: são 1112, e apenas 164 mulheres. 

     Quem determina se um preso usa a tornozeleira é a Justiça - cabe ao Estado apenas cumprir a decisão judicial. 

     No momento, a Susipe tem 162 determinações judiciais para serem cumpridas. 

     O Estado tem um estoque contratual de 800 tornozeleiras, mas há um processo licitatório em andamento para aquisição de 479 equipamentos que serão utilizadas com presos em audiência de custódia.

     Cada preso monitorado custa R$ 270 por mês para o governo. 

     Este valor está abaixo da média nacional, que é de R$ 301,25 segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). 

     O custo estimado pela Susipe envolve o aluguel do equipamento, manutenção, controle e tráfego de dados do GPS.

     Pode parecer um valor elevado, mas é apenas uma fração do que custa manter um preso na cadeia: cada pessoa encarcerada custa R$ 1.350 por mês aos cofres públicos - quatro vezes mais caro que o custo da tornozeleira. 

     E são justamente estes presos, de manutenção mais custosa, que são a maioria no Pará: segundo a Susipe, 15.687 pessoas estão custodiadas em unidades prisionais, o que representam um gasto aproximado de R$ 21 milhões por mês.


Monitoramento pago


     Mas o custo do monitoramento pode chegar a zero: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deverá votar em agosto um projeto que obriga o preso a pagar a própria tornozeleira eletrônica.

     Apresentado pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC), o projeto sobre as tornozeleiras tem caráter terminativo na CCJ, ou seja, se aprovado, seguirá para análise da Câmara sem votação do plenário. "A sociedade brasileira não pode e não deve arcar com esse custo", justificou Bauer.

     A relatora do projeto, Simone Tebet (PMDB-MG), deu parecer favorável e acrescentou a possibilidade de isentar o pagamento do monitoramento a presos que não tiverem condições financeiras de arcar com os custos mensais das tornozeleira. 

     Até o momento a proposta não especifica o que pode acontecer se o pagamento daqueles que forem cobrados não for efetuado.


     "Nada mais justo do que cobrar daquele que pode pagar pelo monitoramento. Agora, não dá para exigir de uma pessoa que ganha um salário mínimo, uma pessoa hipossuficiente, pobre, que ela tenha que pagar, descontar do seu salário. Esse acréscimo que fiz dá um equilíbrio, garante equidade e isonomia", disse a relatora. (Transcrito do G1/PA) 

                                                Foto: Divulgação/Polícia Civil


Tornozeleira representa economia para os cofres do Estado

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

UM FELIZ NATAL

        Por Haroldo Silva

A cidade é luz e ofertas.

Não há estrela guia nos céus de Natal, apenas anúncios de mercadorias em promoções.

Não há manjedoura, o Menino Jesus está guardado em embrulhos coloridos de papel de luxo, adulterado e esquecido.

Os presentes não são para Cristo; os daremos a alguém que amamos.

Os que não conhecemos ou ignoramos não figuram da nossa lista de presenteados; sequer lhes temos um abraço ou palavra de afeto, ou consolo.

E que Deus nos perdoe, não há em nossa ceia assento aos despossuídos, aos sem presentes que nos despertem o espírito natalino.

As vitrinas estão tão belamente produzidas que dá vontade de levar tudo e encher a casa e a vida de alegria ao pé da árvore de Natal.

O menino, em frente a loja, olha tristemente cobiçoso o presente que nunca imaginara ganhar, e, vendo agora, deseja-o mais que tudo, sendo que jamais o terá.

O seu papai Noel é pobre, como ele.

O segurança desconfia daqueles pés descalços, do corpo sujo e roupas de trapo, e o expulsa com sua superioridade física.

Tudo para proteger a clientela, outra criança que compra, com a mãe, o brinquedo de Natal querido.

Mas não importa, o menino de rua tem outros amigos, filhos 
do mesmo infortúnio, o que o conforta e ele sorri agradecido, deixando-se distrair pelas cores das luzes que confortaram seu sono e sonhos nalguma rua da cidade, porque não há lugar para si nas hospedarias do mundo. 

Dentro do templo natalino tudo está à venda e com o que se tem, compra-se o que se pode.

A polícia está a postos, para garantir a ordem; precavida, caso Jesus queira quebrar o comércio outra vez: é preciso proteger as lojas contra esses arruaceiros e garantir-se um Natal de paz a todos.


Não a todos indistintamente, que isso já é exagero; mas apenas àqueles que disponham de trinta, ou, certamente, muito mais moedas do tanto quanto valha um Feliz Natal.

domingo, 18 de dezembro de 2016

PRF INICIA OPERAÇÃO PREVENTIVA NAS RODOVIAS FEDERAIS

Ação irá ocorrer durante todos os finais de semana até o dia 5 de março

       Do: G1/PA

     A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia nesta sexta-feira a Operação Integrada Rodovia Cidades 2016/2017.

     Tem como objetivo prevenir acidentes nas rodovias federais durante as festas de fim de ano, férias escolares e o período do carnaval, que será no dia 28 de fevereiro.

     A Operação segue até dia 5 de março.

     Os trabalhos ocorrem entre dezembro e março em pontos críticos das rodovias federais na entrada e saída de Belém, em Benevides, Ipixuna, Marabá, Altamira e Santarém que foram identificados à partir de dados estatísticos da PRF. 

     Estes locais receberão reforço na fiscalização, que será feita de forma integrada com órgãos estaduais e municipais.

     Segundo a PRF, a prioridade da operação é combater infrações relacionadas a condutas imprudentes, como excesso de velocidade, embriaguez ao voltante e ultrapassagens proibidas, além de verificar a utilização correta de equipamentos como o cinto de segurança, cadeirinhas para crianças e a utilização de capacetes por motociclistas.

     De acordo com dados da PRF, os acidentes em rodovias federais tiveram um custo social de R$ 12,8 bilhões em 2014, ano mais recente da pesquisa. 

     O levantamento aponta que cada acidente fatal gera um custo médio de R$ 647 mil, enquanto o acidente com vítima gera um custo de R$ 90 mil. 

     Os acidentes sem vítimas ficam em R$ 23 mil.

     Segundo a diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento, o trabalho realizado pelo órgão contribuiu para a redução do número de mortos por acidentes de trânsito nas rodovias federais, gerando uma redução estimada na tendência equivalente à R$ 6,8 bilhões de reais nos últimos quatro anos.


     “Esse foi um resultado extremamente significativo, pois demonstra que o trabalho com diagnóstico é importante. Utilizando os recursos humanos e as tecnologias em locais estratégicos, conseguimos reduzir o número de mortes no país e quantificar isso é muito importante para nós”, disse a diretora.

               
                   Imagem: Divulgação/PRF

PRF afirma que acidentes provocam elevado custo social ao País




EX GERENTE DO IBAMA ACUSADO DE CUMPLICIDADE EM DESMATAMENTO

Acusação do MPF aponta ex-gerente como participante do esquema; No total, 24 pessoas são acusadas na operação Rios Voadores

       Do G1/PA

     O grupo acusado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente 
(Ibama) e pelo Ministério Público Federal (MPF) de provocar o maior desmatamento já detectado pelo poder público na Amazônia só conseguiu atuar porque, além de tecnologia de ponta, tinha informação privilegiada fornecida por um integrante do próprio Ibama 

      As informações são do próprio MPF.

     Segundo o órgão, o ex-gerente do Ibama em Sinop (MT) 
Waldivino Gomes Silva alertava o grupo de Antônio José Junqueira Vilela Filho – o AJ Vilela ou Jotinha – sobre as operações de fiscalização ambiental que seriam realizadas pela autarquia e, se os desmatadores tivessem bens apreendidos, liberava os bens por meio de fraudes, denunciou o MPF.

     A denúncia por desmatamento e corrupção contra Waldivino Silva, o mandante e financiador do esquema AJ Vilela, de dois dos executores dos crimes, Jerônimo Braz Garcia e Wanderley Ribeiro Gomes, e contra a esposa de Waldivino Silva, Obalúcia Alves de Sousa, que recebia os recursos obtidos com o desmatamento e atuava para dificultar o rastreamento desse dinheiro, faz parte de uma série de oito ações ajuizadas pelo MPF contra o grupo.

     Na região de Sinop, o grupo desmatou três quilômetros quadrados de floresta. 

     Em Altamira (PA), a devastação provocada por AJ Vilela e seus liderados chegou a 330 quilômetros quadrados de mata nativa.

Esquema

     A participação de Waldivino Silva e da esposa foi descoberta pela força-tarefa da operação Rios Voadores durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na empresa de Jerônimo Garcia, a Jerônimo Máquinas Ltda, em Sinop.

     No local foi apreendido comprovante de depósito bancário em nome de Obalúcia de Sousa. 

     Além de ser casada com Waldivino, ela tem empresa cadastrada na Receita Federal cujo endereço de correio eletrônico está em nome do marido.

     Por meio de interceptações telefônicas a equipe de investigação comprovou que o grupo de AJ Vilela recebia informação privilegiada a respeito das fiscalizações, e atuava de acordo com esses alertas.

     “Certamente, esse tipo de informação só poderia vir de alguém do próprio órgão ambiental que possuísse cargo de chefia”, destaca a denúncia do MPF.

Fraudes

     O ex-gerente do Ibama também ajudava o grupo criminoso cometendo ilegalidades na condução de procedimentos administrativos do órgão ambiental.

     Tratores, correntões e combustível apreendidos em ações de fiscalização, por exemplo, foram devolvidos ao grupo de AJ Vilela com base em decisão de Waldivino Silva não inserida no procedimento administrativo e não comunicada ao núcleo de instrução processual da autarquia, o que levou o MPF a denunciá-lo por sonegação de documento.

     Alguns dos equipamentos ilegalmente devolvidos por Waldivino Silva aos desmatadores voltaram a ser apreendidos em novas ações de fiscalização, pois novamente estavam sendo utilizados para a derrubada ilegal de floresta.

Desmatamento

     Somadas às ações ajuizadas após a operação Rios Voadores, de junho deste ano, o MPF encaminhou à Justiça Federal em Altamira cinco denúncias criminais, duas ações civis públicas ambientais (uma delas com bloqueio de bens já decretado no valor de R$ 420 milhões) e uma ação civil pública por improbidade administrativa.

     O grupo de acusados, segundo o MPF e o Ibama, é responsável pelo desmate, entre 2012 e 2015, de 330 quilômetros quadrados de florestas em Altamira, no Pará. 

     A área é equivalente ao território de municípios como Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) ou Recife (PE). 

     O esquema conseguiu movimentar pelo menos R$ 1,9 bilhão.

     Com um total de 24 acusados, as ações tratam de crimes de submissão de trabalhadores a condições semelhantes às de escravos, frustração de direitos trabalhistas, falsidade ideológica, invasão e desmate ilegal de terras públicas, provocação de incêndios, impedimento da regeneração de florestas, corrupção ativa e passiva, sonegação de documentos, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de improbidade administrativa e responsabilização por danos ambientais.


     Os acusados estão sujeitos a penas de até 238 anos de prisão, multas, pagamento de R$ 503 milhões em prejuízos ambientais, recuperação da área ilegalmente desmatada, demolição de edificações construídas em áreas irregulares, e proibição, por até dez anos, de acessar linhas de financiamento ou benefícios fiscais oferecidos pelo poder público.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

MPF DENUNCIA LULA E MAIS SETE NA LAVA JATO

Ex-presidente foi denunciado novamente pelo Ministério Público Federal

     O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta 
quinta-feira (15), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

     Outras oito pessoas também foram denunciadas por suposto envolvimento na Operação Lava Jato.
     De acordo com informações do G1, a lista de denunciados é a seguinte.
-Lula: Corrupção passiva e lavagem de dinheiro
-Marcelo Odebrecht: Corrupção ativa e lavagem de dinheiro
-Antonio Palocci: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
-Branislav Kontic: Corrupção passiva e lavagem de dinheiro
-Paulo Melo: Lavagem de dinheiro
-Demerval Gusmão: Lavagem de dinheiro
-Glaucos da Costamarques: Lavagem de dinheiro
-Roberto Teixeira: Lavagem de dinheiro

-Marisa Letícia Lula da Silva: Lavagem de dinheiro
De: Notícias ao Minuto

A imagem é bem sugestiva: seria dá um tiro na cabeça?