terça-feira, 23 de janeiro de 2018

POLÍCIA APRESENTA ARSENAL APREENDIDO EM MARABÁ

     A Polícia Civil apresentou, durante entrevista coletiva na Delegacia-Geral, em Belém, o fuzil calibre ponto 50 apreendido, na última sexta-feira, 19, durante operação policial realizada em Marabá, no sudeste paraense, para prender integrantes de um grupo de assaltantes de banco. 
     Além da arma, mais de 40 explosivos e munições de calibres ponto 50 e 7,62 foram apreendidas. 
     Dois foram presos e outros quatro homens fugiram. 
    Um morreu em confronto com os policiais.
    O grupo é apontado como responsável pelo ataque a dois carros-fortes que transportavam valores de agências bancárias, ocorrido no final de novembro do ano passado, no distrito de vila Sororó, entre Marabá e Eldorado dos Carajás. 
     A Polícia Civil revelou que o grupo criminoso planejava praticar um novo assalto na região de Paragominas. 
     O grupo também é apontado como responsável por ações criminosas no Maranhão. 
     O delegado-geral da Polícia Civil, delegado Rilmar Firmino, explica que o fuzil é um armamento de guerra, que pode ser usado em artilharia antiaérea e é capaz de derrubar um helicóptero e perfurar veículos com blindagem. 
     Para se ter uma ideia, explica Firmino, a carabina 556, uma das armas usadas pelas Polícias, deslancha energia mecânica de 2 mil Joules. 
     No fuzil ponto 50, essa energia chega a 15 mil Joules.
     Durante a coletiva de imprensa, o delegado-geral explicou como foi a ação dos criminosos que usaram o fuzil para parar dois carros-fortes da empresa Prosegur que seguiam pela estrada. "No ataque, eles atiraram com o fuzil e depois usaram os explosivos para abrir o carro-forte", detalha o delegado, ao ressaltar que os tiros perfuraram a blindagem dos veículos. 
     Coordenadores da operação em Marabá, os delegados Evandro Araújo, diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), e Ricardo do Rosário, titular da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), explicaram que a operação foi deflagrada após confirmação de que os criminosos responsáveis pelo ataque estavam em Marabá. 
     Com apoio da Superintendência Regional de Marabá, da Seccional de Polícia de Marabá, e ainda de policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO) de Marabá, as equipes da DRCO e DRFR foram até a cidade. 
     Inicialmente, foi preso Alexandro da Costa Souza, paraense de Marabá, que foi encontrado em uma caminhonete usada para transportar as munições e os explosivos usados no crime. 
     Era Alexandro o responsável em guardar o material. 
     Com a prisão dele, os policiais localizaram o endereço onde o restante do grupo estava escondido. 
     A casa ficava no bairro Belo Horizonte. 
     Segundo o delegado Ricardo do Rosário, os outros componentes do bando desconfiaram da demora de Alexandro em retornar para o local e se posicionaram armados no muro da residência. 
     No momento da chegada das viaturas ao local, os criminosos começaram a atirar contra os policiais. 
     Na troca de tiros, o pernambucano Saulo Frederico Alves Freire, o "Pernambuco", foi morto. 
     Ele chegou a usar o fuzil contra os policiais. 
     Durante a perseguição, os policiais prenderam o amapaense Josiel Oliveira Costa, natural de Macapá. 
     Outros quatro integrantes do bando invadiram uma casa vizinha e fizeram duas pessoas reféns para tentar fugir. 
     Os criminosos levaram as vítimas no carro da família. 
     Durante a fuga, eles liberaram os reféns e seguiram no carro até as margens do rio Itacaiúnas, onde abandonaram o carro e se embrenharam nas matas. 
     Conforme os delegados, Alexandro Souza já tem passagem pela Polícia pelos crimes de roubo e porte ilegal de arma. 
     Já Josiel responde a processos por roubo, homicídio e tráfico de drogas. 
     Ele foi um dos presidiários que fugiram, em dezembro do ano passado, durante resgate de presos, no Complexo Penitenciário de Santa Izabel do Pará. 
     As investigações prosseguem para se chegar aos outros integrantes do bando.
     Conforme o delegado-geral, uma arma como o fuzil apreendido percorre vários Estados brasileiros, nas mãos de criminosos, pois há poucas armas como essa no país. 
     Segundo ele, os mesmos grupos criminosos que agem em outros Estados, atuam também no Pará. "O intercâmbio entre os grupos de criminosos no Brasil é grande. A maioria dos assaltantes que vem ao Estado é de fora", detalha.
     Ele ressalta que as Polícias paraenses estão atuantes para prender integrantes desses grupos de assaltantes, a exemplo de dois grupos criminosos presos nos últimos dias no Pará. 
     Na semana passada, um grupo de assaltantes de bando que planejava um novo assalto no interior do Estado foi preso em Capitão Poço, nordeste do Pará, durante operação das Polícias Civis do Pará e Maranhão. 
     O mesmo grupo é apontado como autor de um assalto em Zé Doca, no Maranhão. 
     Em Belém, há poucos dias, policiais civis impediram a ação de um grupo de assaltantes que planejava explodir um caixa eletrônico, no prédio do INSS, na Avenida Nazaré com Travessa Doutor Moraes. 
     Três criminosos morreram na troca de tiros e um foi preso. 
     Armas usadas pelos bandidos foram apreendidas. (Por Walrimar Santos/ ASCOM/PC)
                           Imagens: ASCOM/PC

Bananas de dinamite seriam usadas em outras ações criminosas pela região

Dois dos criminosos presos na ação policial já foram transferidos para Belém

Quadrilha usava arsenal de guerras nos assaltos 

Fuzil ponto 50 tem capacidade de derrubar helicóptero e perfurar blindados

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

PELO RETROVISOR


                     Nilson Santos*
Olho pelo retrovisor da vida;
Diviso uma estrada muito longa,
Longa por demais...
A se perder de vista

E pelo retrovisor revejo as muitas curvas,
Subidas e descidas...
Algumas íngremes... bastantes
Outras até um pouco suaves

E o que falar das encruzilhadas?
Também não foram poucas,
Tempestades tiveram muitas;
Por muitas vezes tive que parar no acostamento,
Até o vendaval passar
Tinha momentos que até dava vontade de voltar
Tantas curvas, subidas e descidas;
Sim, dava vontade de ficar por ali mesmo,
Só encarando as encruzilhadas da vida...

Mas a desesperança era apenas momentânea
Desistir da caminhada?
Jamais  
E assim seguia em frente,
Para encarar novos desafios
... Sabendo das muitas curvas;
Subidas e descidas,
Encruzilhadas...
Tempestades...
E retão também,
Ah!
Os céus de Brigadeiro também abundaram,
nessa longa jornada da vida

E é pelo retrovisor da vida
Que revejo os longos 58 quilômetros percorridos até aqui
Não,
Não foi fácil chegar
A jornada foi dura.

Cansado?
Que nada...
Totalmente estimulado para seguir em frente,
Sempre em frente...

Que venham novas curvas,
Novas subidas e descidas
E até as tempestades...
Que venham novas encruzilhadas;
Que sinta até novas incertezas,
Dúvidas, e o medo que sempre dá;
Mas há sempre a esperança,
De que céus de Brigadeiro
Também haverão de aparecer,
Nem que seja, aqui e acolá...

E que venham outros 58 quilômetros...

*Jornalista e Radialista, poeta nas horas vagas;

Uma pequena reflexão pelos meus 58 anos hoje chegados, Graças à Deus

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

ÁGUIA DE MARABÁ AMEAÇA "JOGAR A TOALHA"

          Está no Diário Online desta sexta-feira, 6 de outubro: 

          MARABÁ


     Com uma dívida de R$ 500 mil, o Águia de Marabá está sem presidente atualmente e aberto a quem tiver peito para assumi-lo. 

     Após reunião a portas fechadas, realizada na tarde da última quarta-feira (5), em Marabá, o presidente do clube, Sebastião Ferreira Neto, e o vice Pedro Corrêa renunciaram ao cargo.

     A diretoria apoiou a decisão e deu um prazo de 15 dias 
para que algum interessado se candidate a assumir o clube, com direito, claro, ao pacote de dívidas. 

     Após o prazo, uma assembleia geral será realizada e, caso não apareça interessados, o CNPJ do clube será extinto para evitar o acúmulo de dívidas. 

     Ferreirinha estava no cargo há 18 anos.

     Atualmente, o Águia deve médicos, jogadores, aluguéis de casas, contas de energia, supermercados, INSS e até o técnico Dario Pereyra, que comandou o time no ano de 2014. 

     Para completar, o ex-jogador Flamel está pleiteando na justiça o valor de 180 mil contra o clube.

     O clube precisa de, no mínimo, R$ 120 mil para resolver os problemas urgentes e tentar tocar o barco. 

     Segundo a comissão diretora, o time não tem possibilidade de levantar essa quantia, mesmo com o patrocínio adquirido recentemente, com o grupo Líder.

     Fundado no ano de 1982, o Águia viveu momentos brilhantes no futebol regional, paraense e nacional. 

     No seu auge, em 2008, o Águia conseguiu o acesso ao Brasileiro da Série C e por pouco não subiu para a Série B, ficando em quinto colocado no campeonato, onde permaneceu por oito anos consecutivos.

     Em 2009, passou para a 2° fase da Copa do Brasil e foi campeão da Taça Estado do Pará. 

     Em 2015, após derrota para o Fortaleza por 4x1, o time foi para na Série D. 

     Já neste ano, o time garantiu a vaga na elite do Parazão, que começa em janeiro de 2018.

     O clube azulino foi berço de bons jogadores, como Flamel, Victor Ferraz, Wando e Luiz Fernando, entre outros. 

     Em 2017, o garoto Tiago Mandi pode ter sido o último a ser revelado no clube marabaense. (Por Jéssika Ribeiro/DOL)


Nota do blogger: A matéria foi reproduzida na sua íntegra


                         Imagem: DOL

Ferreirinha decidiu "jogar a toalha" após 18 anos a frente do clube marabaense


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

SERÁ? - MARABÁ PRESTES A GANHAR PLANTA DE SINTERIZAÇÃO DO MANGANÊS

          AGÊNCIA PARÁ DE NOTÍCIAS

     O município de Marabá, no sudeste paraense, deve ganhar, em breve, uma planta de sinterização do manganês. 

     A Mineração Buritirama, empresa com sede em São Paulo e que possui uma mina na localidade da Vila União, em Marabá, planeja implantar esse projeto ao lado da atual mina.

     O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, e a diretora de Mineração e Transformação Mineral da Sedeme, Marily Germano, receberam nesta terça feira, 12, o Diretor da Mineração Buritirama, Endrigo Perteffi, que anunciou o interesse da empresa e postulou apoio do Estado pra viabilizar o empreendimento.

     De acordo com o titular da Sedeme, o Governo do Estado tem interesse em apoiar os empreendimentos que busquem a verticalização e a criação de empregos no Pará. “O Estado vai sim apoiar a empresa, em especial a qualificação de mão de obra da região, através do Pará Profissional, da Sectet (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica) para que a mão de obra local seja contratada. Vamos trabalhar também na orientação e apoiamento da empresa para a obtenção das licenças ambientais”, afirmou Adnan Demachki.

     O projeto prevê a criação de 400 empregos diretos, fora os empregos indiretos na prestação de serviços. 

     A expectativa é que a implantação dure 16 meses. 

     A Buritirama comercializa seus produtos nos mercados nacional e internacional, que tem em seu processo de beneficiamento mineral a utilização apenas de água como agente para a concentração dos minérios de manganês.

     A Buritirama produz anualmente 150 mil toneladas de manganês e prevê a duplicação da produção, para 300 mil toneladas/ano. 

     A sinterização é um processo no qual o minério compactado é submetido a temperaturas elevadas, criando uma alteração na estrutura microscópica do elemento base. 

     Sua finalidade é obter uma peça sólida coerente. (Por Tylon Maués)


                               Imagem: Agência Pará

Secretário Adan Demachki (C) e Marily Germano (E) discutem empreendimento com Endrigo Perteffi (D)





sábado, 9 de setembro de 2017

CRIME AMBIENTAL EM SÃO FÉLIX DO XINGU

     Ação de fiscalização resgata tartarugas no Tabuleiro do Embaubal


           AGÊNCIA PARÁ DE NOTÍCIAS

     Ao longo do mês de setembro, a Gerência da Região Administrativa do Xingu (GRX), do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), segue reforçando o trabalho de fiscalização da pesca predatória de quelônios no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Tabuleiro do Embaubal.

     Em apenas uma semana de fiscalização, 16 tartarugas foram resgatadas pela equipe da GRX. 

     As espécies, que foram encontradas com vida, haviam sido capturadas ilegalmente e foram devolvidas ao seu habitat natural.

     O REVIS, de responsabilidade da GRX/Ideflor-bio, foi criado com objetivo central de proteção à tartaruga da Amazônia, que migra durante os meses de agosto a fevereiro pelo Rio Xingu, para desova nas praias do Tabuleiro do Embaubal, sendo a Unidade de Conservação com maior área de desova de tartarugas do Pará, abrigando uma extensa quantidade de filhotes. 

     A UC tem como objetivo proteger ambientes naturais onde se asseguram condições para a existência ou reprodução de espécies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migratória.

     Rotineiramente, a GRX realiza fiscalizações na área, junto ao Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAT/Senador José Porfírio), monitorando a desova e a eclosão dos ovos das tartarugas, no interior e no entorno das unidades. 

     As equipes percorrem toda a área do REVIS Tabuleiro do Embaubal e da RDS Vitória de Souzel, monitorando as principais ilhas no interior das Unidades em que ocorre a desova da tartaruga da Amazônia, tais como Juncal, Peteruçu, Peteruçuí, Embaubal, Jenipaí, Carão, Ponta do Miricituba e também no entorno das UCs. (Denise Silva)


    
                        
                      Imagem: Agência Pará de Notícias



Em apenas uma semana de fiscalização, 16 tartarugas foram resgatadas







sexta-feira, 25 de agosto de 2017

IMAZON APONTA QUEDA NO DESMATAMENTO NO PARÁ

     O trabalho desenvolvido pelo Governo do Pará na área ambiental nos últimos anos já surte efeito. 

     De acordo com dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados nesta terça-feira, 22, o desmatamento na Amazônia Legal caiu 21% em um ano e o Pará apresentou queda tanto no número absoluto de quilômetros quadrados desmatados, de 31%, quanto na proporção total da Amazônia Legal afetada, que passou de 28,8% para 25,2%.

     Os gestores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas) avaliam que o investimento em novas tecnologias e em ferramentas de gestão colaboraram de forma decisiva para este desempenho, ou seja, uma nova forma de governança de território.

     Entre as novas ferramentas desenvolvidas pelo Governo para ampliar as possibilidades de monitoramento e controle ambiental está o Centro de Monitoramento Ambiental (Cimam), estrutura inaugurada este ano e que atua na preservação e conservação do meio ambiente no Pará e na Amazônia, e que tem capacidade de produzir, compartilhar e divulgar dados mediante gerenciamento de todas as bases de informações.

     Uma dessas bases é o projeto "De Olho na Floresta", sistema de monitoramento ambiental do Pará desenvolvido com atenção especial para os recursos florestais, que auxilia o processo desde o licenciamento até o monitoramento ambiental, utilizando tecnologia como imagens de satélite de alta resolução, com garantia de segurança técnica na apreciação dos projetos e da cobertura florestal. 

     As informações obtidas são disponibilizadas para consulta pública por meio do Portal da Transparência, outra inovação implantada pela Semas.

     Além do "De Olho na Floresta" e "Portal da Transparência", as ferramentas de gestão ambiental do Estado são o Cadastro Ambiental Rural (CAR), Programa de Regularização Ambiental do Estado do Pará (PRA) e o Simples Ambiental, todos modelos de gestão pautados na transparência e tecnologia, que buscam facilitar os procedimentos de produtores rurais, empresários e demais empreendimentos ambientais.

     O titular da Semas, Luiz Fernandes Rocha, defende que o trabalho integrado na área ambiental entre órgãos estaduais, federais e municipais é decisivo para controlar fatores que geram impacto no meio ambiente. 

     No Cimam, por exemplo, também está sediado e já funciona o Comando de Policiamento Ambiental (CPA).

     O secretário adjunto de Regularidade Ambiental, Thales Belo, ponderou sobre o caráter proativo das ações governamentais. “O estado está se antecipando a práticas de irregularidades. O resultado que a gente tem, com certeza, é a queda nessa prática do desmatamento e nessas irregularidades”.

     Thales explicou o funcionamento do trabalho. “A gente 
consegue ter um levantamento principal daquela demanda que se está trabalhando e quando se vai a campo já vai com um direcionamento muito fechado, ou seja, o estado já sabe aquilo que é alvo do trabalho, a gente não vai com algo para constatar, a gente antecipa essa ação como um todo. Isso tem feito com que as nossas operações sejam muito mais efetivas dentro dessa proposta de governança e gestão diferenciada”. (Agência Pará de Notícias)

                   Imagem: Agência Pará de Notícias






sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DISQUE DENÚNCIA APRESENTA BALANÇO SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

     No Brasil, em agosto de 2017 está completando 11 anos que foi sancionada a Lei. 11.340 Maria da Penha, na qual criou mecanismos a fim de coibir crimes de violência doméstica

Dados DD Sudeste do Pará

O Disque Denúncia Sudeste do Pará atende todos os municípios do Sudeste do Estado, que totalizam 39 municípios, e possui duas centrais capacitadas para absorver todo contingente de denúncias e atendimentos provenientes da região. 

As Centrais de Atendimento estão localizadas nos municípios de Marabá e Parauapebas e contam com o aplicativo WhatsApp para recebimento de Web Denúncias. 

A Central de Marabá já recebeu mais de 20.398 ligações.

Desse total, 12.341 são denúncias e 8.057 são atendimento, sendo que a classe de crime contra pessoa encontra-se em 4º lugar e, dentro dessa classe, o crime de violência Contra Mulher encontra-se em 2º lugar no ranking dos crimes mais denunciados na central.

A central, por meio do DD Mulher traçou ainda o perfil dos agressores, e constatou que 85,00% da violência são cometidos na residência da própria vitima; 100% das agressões vêm do cônjuge, namorado ou ex – companheiro; 50% das vítimas têm filhos; dos tipos de violência: 90% física, 50% verbal, 15% Ameaças de Morte, 5% Cárcere Privado e 5% sofrem Violência Sexual, além das agressões por socos, Empurrões, Estrangulamento, Arma Branca, Arma de Fogo, Chutes e Pauladas.

O nível de violência chega a ser tão absurdo, que os agressores não se importam de agir na presença dos filhos ou pessoas próximas.

     Dos Bairros mais denunciados, a Nova Marabá lidera o ranking com 23% (Ver Tabela):

Gráfico 01 – Bairros mais denunciados.





Diga não a violência contra Mulher, Denuncie, Anonimato Garantido!
Disque Denúncia Sudeste do Pará 
(94) 3312-3350/ (94) 3346-2250
Whatsapp: (94) 98198-3350
ASCOM/Disque Denúncia Sudeste do Pará